Dificuldade de ereção e ejaculação precoce têm, com frequência, um componente psicológico. Esse componente responde bem à terapia.
Nenhum desses assuntos é raro, e nenhum deles é frescura. O que é raro é a pessoa procurar ajuda cedo.
A preocupação com "dar conta" que aparece antes ou durante o sexo e acaba atrapalhando justamente aquilo que se teme.
Quando a avaliação médica não encontrou causa física — ou quando ela existe e há um componente emocional somado a ela.
Um dos quadros com melhor resposta a intervenção psicológica, e um dos que mais demoram a chegar ao profissional.
Quando o consumo deixou de ser escolha, ocupa tempo demais ou passou a interferir na vida sexual com outra pessoa.
Ligada a estresse, exaustão, conflito no relacionamento, autoimagem ou efeito de medicação em uso.
Depois de uma experiência ruim, de um término, ou de um período longo sem vida sexual.
Uma vez que a primeira falha acontece — por cansaço, álcool, estresse ou qualquer motivo banal —, ela deixa de ser um episódio e vira uma expectativa. E é a expectativa que passa a produzir o resultado.
É esse ciclo que a terapia interrompe — não pela força de vontade, mas mudando o que a cabeça faz na hora.
Boa parte das dificuldades de ereção tem causa física. Tratar psicologicamente algo que é fisiológico não resolve — e ainda atrasa o cuidado certo.
Se você ainda não passou por avaliação com urologista, eu vou sugerir que passe — antes ou em paralelo ao nosso trabalho. Não é burocracia: é o que separa um tratamento sério de uma promessa. Na prática, os dois caminhos costumam andar juntos.
Não precisa explicar nada em detalhe nessa hora. Uma frase basta.
Explico como trabalho, você tira dúvidas, combinamos horário. Se outro profissional atender melhor o seu caso, eu digo.
Sempre no mesmo dia e horário da semana, em TCC e ACT.
Definimos objetivos no início e revisamos ao longo do processo. Você sabe onde estamos e por quê.
Atendimento por vídeo, de onde você estiver. Não existe recepção nem chance de esbarrar com um conhecido na saída.
Os registros clínicos ficam armazenados de forma protegida e separada, como manda a norma.
O Código de Ética do Psicólogo é mais rigoroso que qualquer política de privacidade — e vale depois do fim do acompanhamento.
Sou psicólogo inscrito no CRP 06/184112. Minha especialização é em ansiedade, pela USP, e incluiu formação em terapia sexual — que é exatamente o cruzamento onde a maior parte desses casos mora.
Trabalho com Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia de Aceitação e Compromisso. São abordagens com protocolo, prazo de revisão e critérios claros. Não é conversa aberta sem direção.
Atendo adultos, online, em todo o Brasil.
Muitas vezes é os dois. Uma causa física pode iniciar o quadro, e a ansiedade em torno dele passa a mantê-lo mesmo depois de a causa original ser tratada. Por isso eu peço avaliação médica e trabalho junto com ela, não no lugar dela.
Não. O atendimento é individual. Em alguns casos faz sentido incluir a outra pessoa em parte do processo, mas isso é conversado antes e nunca é condição para começar.
Varia com o caso, com o que está por trás e com o quanto você consegue se dedicar entre as sessões. Não trabalho com prazo fixo e sugiro desconfiar de quem promete um. O que eu faço é revisar objetivos com você ao longo do processo, para que a duração seja uma decisão sua e não uma surpresa.
É esperado, e faz parte do trabalho. Ninguém chega com o assunto pronto. Você não precisa ter as palavras certas na primeira sessão — encontrar essas palavras já é parte do que a terapia faz.
Sim. O sigilo é obrigação prevista no Código de Ética Profissional do Psicólogo e vale inclusive depois do fim do acompanhamento. As sessões não são gravadas.
Remarcações avisadas com pelo menos 24 horas de antecedência são reagendadas dentro da mesma semana, conforme disponibilidade.
Você não precisa explicar tudo agora. Me manda uma mensagem e a gente conversa a partir dali.
Conversar no WhatsAppFelipe Sanches · Psicólogo · CRP 06/184112